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Ácido hialurônico

Tudo sobre ácido hialurônico: O que é, história, aplicações, preço, procedimento

Preenchimento com Ácido Hialurônico

O que é o ácido hialurônico?

Separamos neste artigo as principais dúvidas sobre o ácido hialurônico. Aqui você vai encontrar:

Em uma forma simples e clara de explicar:
ácido hialurônico tem uma função na pele de fazer sustentação, preenchimento, hidratação. Por isso, disfarça rugas, como o bigode chinês e também olheiras.

Está simples definição foi o suficiente para você?

Não? Então irei lhe dar uma explicação um pouco mais complexa. Continue a leitura abaixo e saiba tudo sobre o ácido hialurônico.

Qual a origem do ácido hialurônico?

O ácido hialurônico (AH) foi descoberto em 1934 por Karl Meyer e John Palmer, cientistas da Columbia University, em Nova Iorque. Eles isolaram a substância do corpo vítreo de uma vaca e derivaram o nome ácido hialurônico de hyalos, a palavra grega para ‘vidro’ e uronic proveniente de uma das moléculas de açúcar contida na substância isolada por eles.
A era moderna do ácido hialurônico começou na década de 60, quando os pesquisadores Balazs e Denlinger encontraram alta concentração da molécula em outros tecidos, sugerindo assim seu papel biológico primário no corpo e abrindo caminho para sua aplicação médica.

Qual a função do ácido hialurônico na pele?

O ácido hialurônico tem a função de apoiar, preencher e hidratar a pele. Portanto, ele esconde rugas como bigode chines e olheiras. O ácido hialurônico faz parte da pele, considerado como um hidratante natural.

Como o ácido hialurônico age na pele?

O ácido hialurônico ajuda a manter o suporte e a hidratação da pele, previne flacidez, rugas e sinais de expressão, preenche e mantém a hidratação, o frescor e a vitalidade da pele. Por ser um componente natural do corpo humano, não será rejeitado pela pele.

Onde se encontra o ácido hialurônico?

A maior parte do ácido hialurônico do organismo está localizada na pele, dando ao órgão volume, sustentação, hidratação e elasticidade. A quantidade de ácido hialurônico é inversamente proporcional ao tempo de vida do corpo humano, então rugas aparecem na pele dos idosos.

Quem pode aplicar ácido hialurônico?

A aplicação do ácido hialurônico injetável é um procedimento invasivo. Por isso só pode ser realizado por dentistas, médicos dermatologistas ou por cirurgiões plásticos.

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Como repor ácido hialurônico?

O ácido hialurônico está naturalmente presente no corpo humano, mas diminui com a idade. Comer alimentos ricos em vitamina C e aminoácidos aumentará o conteúdo de ácido hialurônico e colágeno. Alimentos como laranja, pimenta vermelha, couve, brócolis e kiwi são ricos em vitamina C.

Qual o melhor preenchimento para o rosto?

É feito por injeção de ácido hialurônico, que é o preenchimento mais tradicional. Pode ser usado para aumentar o volume dos ossos, queixo, queixo e lábios, e suavizar olheiras e sulcos (como bigode chinês).

Para quem o ácido hialurônico não é indicado?

O ácido hialurônico não deve ser usado em pessoas alérgicas a compostos. Também é proibido em pessoas com problemas de coagulação do sangue. Não deve ser usado em ou próximo a áreas com doenças cutâneas ativas, inflamação ou feridas.

Em quanto tempo verei os efeitos e resultados do ácido hialurônico?

O ácido hialurônico é geralmente aplicado no rosto, pescoço e mãos e pode ser usado durante todo o ano, pois não altera a epiderme. O efeito do tratamento é imediato. E, depois de 30 dias, é possível ver o efeito final.

Qual o preço da aplicação de ácido hialurônico? Quanto custa?

O custo para aplicações de ácido hialurônico em consultórios varia de acordo com o diagnóstico realizado e deve ser realizado por um profissional especializado. Antes de usar qualquer tipo de tratamento, consulte nossos especialistas da Elevare Odontologia.

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E qual o custo / preço de uma aplicação para o bigode chinês?

O custo / preço para aplicações para eliminar o bigode chinês seguem o mesmo padrão citado acima.

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Que tipo de profissional pode fazer preenchimento?

Os procedimentos estéticos invasivos (como preenchimento facial) são procedimentos que devem ser realizados por um dentista ou médico que está preparado para realizar esses procedimentos com segurança. Antes de usar qualquer tipo de tratamento, consulte nossos especialistas da Elevare Odontologia.

Quais os tipos de preenchimento com ácido hialurônico?

• Preenchimento labial
• Malar
• Mandíbula
• Pre maxila
• Rinomodelaçao
• Tempora

Que tipo de reação negativa posso ter com ácido hialurônico?

Deve-se ficar atento com reações alérgicas. Embora raramente relatadas, aparecem de três a sete dias após o uso da substância (possivelmente até seis meses). Pode ocorrer inchaço, vermelhidão e congestão no caminho de aplicação do preenchimento.

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Em caso de inchaço, quanto tempo levaria para minha recuperação?

É possível o surgimento de edema na área, que geralmente diminui em 3 a 7 dias. Isso é comum e esperado. O resultado real do preenchimento é visto após 30 dias, período em que o ácido hialurônico penetra no tecido. Em caso de dúvida, consulte nossas especialistas.

A seguir apresentaremos informações e aprofundamentos técnicos sobre o ácido hialurônico.

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Qual a aplicação médica do ácido hialurônico?

Somente nos anos 80 surgiram os primeiros preenchedores. Eles eram à base de colágeno bovino (Zypiast4 e Zyderms, Allergan anteriormente Inamed) e, apesar de efetivos, apresentavam desvantagens com relação à sua duração limitada (3 a 5 meses) e à necessidade de realização de testes de alergia cutânea por serem de origem animal. A consistência do Zyplasts era mais escorregadia que do Zyderms, gerando riscos para o operador pela possibilidade de injeção da totalidade da seringa de uma única vez ao se pressionar o êmbolo. Um dos grandes problemas dos preenchedores à base de colágeno era o fato de não existir produtos que o pudessem dissolver, caso fosse necessário, tornando-o irreversível durante seu tempo de permanência no tecido.

Sobre os preenchedores de ácido hialurônico.

Em 2003, visando solucionar a questão da hipersensibilidade, foram lançados novos preenchedores, desta vez à base de colágeno humano (CosmoDerme e CosmoPlasr, Allergan). Estes produtos apresentavam um menor índice de reações alérgicas, mas a desvantagem da baixa durabilidade permaneceu.

A evolução dos preenchedores de ácido hialurônico.

A necessidade de produtos com duração clínica mais longa, com reversibilidade e com melhor controle da alergenicidade levou o mercado ao desenvolvimento dos preenchedores à base de ácido hialurônico. Em 2003, a FDA aprovou o Restylane, primeiro ácido hialurônico estabilizado de origem não animal (no inglês: Non Animal Stabilized Hyaluronic Acid – NASHA), obtido através de fermentação de culturas de Streptococcus. Era um produto sem riscos de reação alérgica e com maior durabilidade em relação aos implantes de colágeno. Em 2004, a empresa Allergan lançou o Hylaform’, um ácido hialurônico de origem animal obtido da crista de galos, com mínimo risco de reações alérgicas. Na sequência, a empresa lançou o form Plus”, um produto semelhante ao anterior com a diferença de ter partículas maiores e com propriedades reológicas superiores (como maior grau de reticulação), o que aumentava sua durabilidade nos tecidos.

Marcas e preenchedores de ácido hialurônico

Atualmente, existe uma variedade de marcas de preenchedores à base de AH disponíveis no mercado, com diferentes propriedades físicas, concentrações e graus de reticulação (cross linking), fatores responsáveis por definir o comportamento do produto e, por consequência, a indicação e técnica de aplicação de cada um.”

Quais são as indicações para o uso do ácido hialurônico?

O ácido hialurônico industrial para preenchimento cutâneo utilizado atualmente é um implante comercializado sob a forma de gel, incolor, acondicionado em seringa agulhada e que pode ser armazenado à temperatura ambiente, não necessitando de teste cutâneo prévio ao uso.
Pode ser classificado como um preenchedor injetável não permanente, pois é encontrado nos tecidos de 6 a 24 meses após a aplicação, com uma variedade de indicações clínicas relacionadas à volumização, ao preenchimento e até mesmo ao refinamento de rugas estáticas.

Uso do ácido hialurônico

Seu uso pode corrigir assimetrias faciais congênitas ou adquiridas, devolvendo ao paciente proporções adequadas e harmonia entre as estruturas orofaciais. Sua utilização em planos corretos, técnica e quantidades adequadas é capaz de criar um jogo harmonioso de luz e sombra, favorecendo a escultura dos contornos e volumes que cada face necessita individualmente.
Considerando-se o processo de envelhecimento associado às ptoses gravitacionais, perda de volume e esqueletização da face, os implantes de ácido hialurônico estão muito bem indicados para amenizar sinais clínicos como rugas, vincos e pregas na pele, além de repor o volume e reposicionar os tecidos. Também podem ser utilizados para correção de alguns tipos de cicatrizes, correção de lipoatrofia associada a pacientes com HIV e viscossuplementação em articulações, como a temporomandibular.

Características do ácido hialurônico

Os implantes de ácido hialurônico apresentam diversos atributos físicos e químicos que influenciarão diretamente as características clínicas de cada preenchedor, tais como indicação, facilidade de injeção, grau de preenchimento do tecido, longevidade, aparência clínica e efeitos colaterais.

Escolha do ácido hialurônico

Para que seja possível escolher o produto que melhor se comportará em determinada indicação clínica, é necessário conhecer as propriedades reológicas do mesmo. A palavra reologia vem do grego rheo = fluxo e logos = estudo, sendo sugerido pela primeira vez por Bingham e Crawford para descrever o fluxo, no caso de materiais líquidos, e a deformação, no caso de materiais sólidos. A reologia estuda a viscosidade, a plasticidade, a elasticidade e o escoamento da matéria, ou seja, as mudanças na forma e no fluxo de um material. Portanto, as propriedades reológicas do gel de ácido hialurônico estabelecerão o comportamento do fluxo do produto e suas deformações decorrentes.
Para o entendimento das propriedades físico-químicas dos implantes à base de ácido hialurônico, é importante o conhecimento de sua estrutura molecular bem como da composição dos géis comercializados no mercado.

Propriedades físico-químicas do ácido hialurônico

O ácido hialurônico (AH) é um polímero natural (glicosaminoglicana) linear composto por unidades dissacarídicas repetidas de b-1,3-N-acetil-glucosamina e ácido b-1,4-glucurônico, com fórmula molecular ( Ci4H2iN01 1 )n (Fig. 01) e peso molecular de até 6 mil Kda. Apresenta-se sob a forma de um líquido viscoso (ainda que em pequenas concentrações) e altamente solúvel em água, por apresentar-se carregado negativamente (polímero polianiônico), quando em pH fisiológico. Essa característica permite que o ácido hialurônico se ligue à água de forma considerável.

O ácido hialurônico no corpo humano

É o ácido hialurônico é uma substância abundantemente encontrada no organismo de todos os animais. No corpo humano, o ácido hialurônico endógeno está presente nos músculos, nos tendões, nos ossos, na pele, no líquido sinovial, no cordão umbilical, no humor vítreo dos olhos e nas cartilagens.
Mais de 50% de todo o ácido hialurônico do corpo encontra-se na pele, como principal componente de sua matriz extracelular, preenchendo espaços e conferindo ao órgão volume, sustentação e hidratação.
Considerado a molécula mais volumosa da matriz extracelular, o ácido hialurônico controla o movimento de fluidos e macromoléculas no interior desta, estando totalmente relacionado aos processos de proliferação, regeneração e reparação tecidual. Contribui para a manutenção da integridade das fibras de colágeno, proteína essencial na manutenção da elasticidade da pele. Na presença deum dano, a síntese de ácido hialurônico, que ocorre na membrana plasmática de fibroblastos e outras células, aumenta. Esta produção é estimulada por vários mediadores inflamatórios e fatores de crescimento. Portanto, o ácido hialurônico pode ser considerado como um mediador de etapas do reparo tecidual, inclusive a ativação de células inflamatórias otimizando a resposta dos fibroblastos à injuria tecidual.

Terapias de Indução do Colágeno

É possível encontrar detalhadamente todo o processo de neocolagênese frente aos danos teciduais.
Através de reações bioquímicas, o ácido hialurônico consegue reter até 1.000 vezes o seu peso molecular em água ao seu redor, permitindo uma expansão da matriz extracelular e facilitando a difusão de moléculas hidrossolúveis como abordado anteriormente. A quantidade total de ácido hialurônico disponível no organismo é inversamente proporcional ao tempo de vida do ser humano, portanto, sua diminuição com o envelhecimento provoca um encolhimento da matriz orgânica, alterando a quantidade de água e a capacidade de transporte de substâncias, levando à desidratação, perda de elasticidade, diminuição do suporte, formação de rugas e muitos dos sinais do envelhecimento.

Captação de água pelo ácido hialurônico

A elevada capacidade de retenção hídrica é uma das propriedades mais importantes do ácido hialurônico.
Na pele, em especial, esta característica é extremamente vantajosa, conferindo hidratação, elasticidade e resiliência.
Da mesma maneira que o ácido hialurônico endógeno, o ácido hialurônico sintetizado e implantado nos tecidos também apresenta a habilidade de captar água. No entanto, as várias marcas comerciais são resultantes de diferentes tecnologias e processos de fabricação, o que faz com que tenham propriedades físico-químicas diversas. A concentração de ácido hialurônico, o grau de reticulação e a hidratação do gel no processo industrial influenciarão a capacidade do preenchedor em agregar mais água.
Na prática clínica, é importante conhecer a predisposição do material em captar água. Produtos que fazem uma menor captação de água, sofrerão pouca expansão após serem injetados; outros, aumentarão de volume após a aplicação. Ao realizar procedimentos com produtos que tendem a agregar muita água, o operador deve considerar a sub-correção para que o resultado final seja ideal.
Utiliza-se menos volume de material do que o planejado, pois este expandirá em decorrência da captação de água do produto no local aplicado.
Portanto, o conhecimento do comportamento do material utilizado é fundamental na sua escolha e na definição da quantidade a ser aplicada. A degradação isovolêmica, tida por alguns anos, como propriedade positiva dos AH, se referia à capacidade do mesmo manter seu volume enquanto sofria degradação, sendo considerada um benefício adicional da captação de água. A medida que o AH injetado nos tecidos fosse degradado, mais moléculas de água tenderiam a se ligar ao AH remanescente na tentativa de manter o volume inicial obtido.
Com isso, o efeito de volumização seria prolongado em função de uma maior atração e ligação de água à trama de AH, que iria se tornando menos concentrada. Este é um conceito superado, uma vez que o consenso atual é de que o preenchedor ideal apresente uma retenção mínima de líquido.

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Reticulação e intensidade do ácido hialurônico

Embora apresentem estrutura molecular semelhante, o ácido hialurônico endógeno e o sintetizado, utilizado como implante, são bastante distintos.
Em seu estado natural, o ácido hialurônico não poderia se comportar como preenchedor em função de sua alta solubilidade e da sua degradação pela hialuronidase endógena e radicais livres. Estes fatores fazem com que sua meia-vida, na forma natural, seja muito curta (apenas 24 horas no tecido cutâneo). Com isso, a utilização do ácido hialurônico como material preenchedor acarretaria em um grande problema: uma vez aplicado na derme, rapidamente seria metabolizado, não oferecendo resultado duradouro.
A solução por parte das empresas foi buscar a incorporação de estabilizadores capazes de formar verdadeiras pontes entre as moléculas de AH, desfavorecendo a ação da hialuronidase, dificultando a degradação enzimática e diminuindo a solubilidade. Com isso, a durabilidade do material é aumentada, permitindo seu uso para preenchimentos e reposição de volume. Como o “efeito estabilizador” é temporário, a absorção das moléculas de ácido hialurônico ocorre de forma lenta e progressiva, corroborando para a característica temporária do implante cutâneo.
Existem diferentes tipos de agentes estabilizadores ou radicais sulfonados utilizados nos ácidos hialurônicos disponíveis no mercado, sendo os mais comuns: BDDE (1,4-butanodiol diglicidil éter), DVS (divinil sulfona) e DEO (1,2,7,8-diepoxioctano). A incorporação destes agentes cria pontes de carbono capazes de promover e aumentar a reticulação das cadeias lineares do polímero modificando a estrutura espacial do ácido hialurônico, através das ligações intermoleculares ou cross linkings formados.
A qualidade da reticulação deve apresentar um equilíbrio certo entre aumentar a duração e manter a biocompatibilidade do ácido hialurônico utilizado nos implantes faciais e corporais.

Biocompatibilidade do ácido hialurônico

Em relação à biocompatibilidade, existe uma preocupação com o teor residual dos agentes reticuladores presentes nos preenchedores. Durante o processo de fabricação, o gel é submetido à filtração, a fim de eliminar resíduos, como endotoxinbacterianas e proteínas não humanas, que aumentariam a probabilidade do material causar uma ação inflamatória.
Dentre os estabilizadores disponíveis para utilização, o BDDE tem se mostrado o agente de reticulação mais seguro e biocompatível do mercado. É utilizado em toda a linha de preenchedores Juvedérm’ (Allergan).
Um estudo que avaliou o risco do BDDE encontrado em produtos da linha Juvedérm’ (Aller-gan) em provocar carcinogenicidade em animais concluiu que o risco de desenvolvimento de câncer por BDDE residual é mínimo. Mais especificamente, que é improvável que os efeitos cancerígenos associados ao BDDE sejam observados em pacientes que recebam esse produto.
Corroborando, outros estudos afirmaram que a associação do BDDE como uma substância potencialmente carcinogênica não poderia ser comprovada, possivelmente pela quantidade muito baixa utilizada no processo de reticulação do ácido hialurônico, em torno de 0,5 a 1%.
A baixa concentração de BDDE necessária para a reticulação do ácido hialurônico foi possível em função da “estabilização” alcançada por uma tecnologia molecular que permite o entrelaçamento natural das cadeias poliméricas.
Dependendo do grau de entrelaçamento das cadeias poliméricas do ácido hialurônico, e da quantidade de ligações que os estabilizadores são capazes de realizar, o produto final pode assumir diferentes graus de reticulação, influenciando de maneira significativa as propriedades do material preenchedor final.

Cross linking sintético

O cross linking sintético pode gerar duas diferentes formas de reticulação: cross linking verdadeiro, onde o estabilizador se liga a duas cadeias de AH, e a pseudo-reticulação (pendente), quando ele se liga a apenas uma cadeia, tornando a molécula de ácido hialurônico parcialmente reticulada.
Portanto, a reticulação total de um produto é dada pelo percentual de cross linking verdadeiro somado ao percentual de terminações pendentes.

Densidade do gel

Quanto maior for a densidade de reticulação de um gel, maior será a força requerida para sua extrusão. Com isso é possível concluir que, aumentar a densidade de reticulação, aumenta a dureza ou rigidez do gel. No entanto, se a modificação é do tipo pendente, a rede de reticulação formada é menos densa, resultando em géis mais flexíveis. Os fabricantes utilizam deste conceito de “grau de reticulação” para, a seu critério, produzir géis mais ou menos flexíveis, sem alterar o percentual total de reticulação do produto e, consequentemente, a sua duração. Cada fabricante utiliza uma tecnologia de processamento próprio de reticulação capaz de proporcionar características distintas quanto às propriedades finais do produto. Mais à frente, é possível observar características especificas de algumas tecnologias patenteadas.
Esta variação no número de conexões ou ligações cruzadas entre as moléculas de AH pode levar a diferentes texturas do gel. De um modo geral, um menor percentual de reticulação, ou seja, menos ligações cruzadas entre as moléculas de ácido hialurônico dão origem a um gel mais suave, enquanto mais ligações cruzadas entre as moléculas resultam em um gel mais firme.

Fotos do ácido hialurônico

Ácido hialurônico

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Ácido hialurônico

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Preenchimento com Ácido Hialurônico - Elevare

Preenchimento com Ácido Hialurônico – Elevare

Preenchimento com Ácido Hialurônico

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Fontes:

Harmonização Facial – A nova face da odontologia

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